| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Icteridae |
| Vigors, 1825 | |
| Subfamília: | Agelaiinae |
| Swainson, 1832 | |
| Espécie: | P. guirahuro |
O chopim-do-brejo (Pseudoleistes guirahuro) é uma ave passeriforme da família Icteridae. Também conhecida por pássaro-preto-do-brejo, dragão-do-brejo, melro-amarelo, melro-d’angola, melro-mineiro, melro-pintado-do-brejo ou mesmo pássaro-preto-soldado.
Seu nome científico significa: do (grego) pseudos = falso; e lëistës = ladrão, referente ao gênero Leistes (Vigors, 1825); e do (guarani) güirahúro = preto e amarelo. ⇒ Falso Leistes preto e amarelo. “Tordo guirahuró” de Azara (1802–1805) (Pseudoleistes).
É uma ave de canto melodioso, que é um assobiar forte. Dragona, uropígio, barriga e lado inferior das asas amarelos, bico preto e pontiagudo, tornam fácil sua identificação. Possui o olho anegrado. Espécie do Brasil central e meridional com cerca de 24 centímetros e 70 gramas. Espécie sem dimorfismo sexual.
Não possui subespécies.
Alimenta-se de grãos e sementes que encontra nos brejos além de sementes que são encontradas no solo de roças como milho soja e outras variedades.Pode ser visto revirado as fezes de animais como equinos e bovinos em busca de alimento. [http://www.wikiaves.com.br/2161510&t=u&u=26583&p=1] {{WIKIAVES:FOTOALIMENTACAO}} ===== Reprodução ===== Seu [[http://www.wikiaves.com/ninhos|ninho é feito a uma altura de 4 metros em arvores fechadas em capões perto de brejos geralmente 2 ou 3 casais usam o mesmo Capão para nidificar, o ninho é como uma cesta aberta, pesada, pela grande quantidade de barro que deposita em seu fundo, a fêmea põem 2 ou 3 ovos que são incubados durante 15 dias, após o nascimento os pais revezam a alimentação dos filhotes que é a base de anelídeos e artrópodes capturados no solo ou nos brejos, os filhotes abandonam o ninho com cerca de 14 dias e são alimentados pelos pais ate 35 dias de vida, tem em média 2 ninhadas por estação.
Quando o bando muda para outro local, costumam cantar em vôo. Vivem nos brejos, na várzea com capim alto, quase sempre em bandos. É freqüente alguns indivíduos cantarem juntinhos, pousados a um palmo de distância um dos outros.
Ocorre no sul do Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e no estado de Minas Gerais.